{"id":1614,"date":"2025-10-20T04:15:00","date_gmt":"2025-10-20T04:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/2025\/10\/20\/agricultura-familiar-concentra-77-das-propriedades-rurais-mas-responde-por-apenas-23-da-producao-nacional\/"},"modified":"2025-10-20T04:15:00","modified_gmt":"2025-10-20T04:15:00","slug":"agricultura-familiar-concentra-77-das-propriedades-rurais-mas-responde-por-apenas-23-da-producao-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/2025\/10\/20\/agricultura-familiar-concentra-77-das-propriedades-rurais-mas-responde-por-apenas-23-da-producao-nacional\/","title":{"rendered":"Agricultura familiar concentra 77% das propriedades rurais, mas responde por apenas 23% da produ\u00e7\u00e3o nacional"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<audio controls class=\"b61_audio_player\" data-noticia=\"85255\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/rails\/active_storage\/blobs\/eyJfcmFpbHMiOnsibWVzc2FnZSI6IkJBaHBBNEd2QXc9PSIsImV4cCI6bnVsbCwicHVyIjoiYmxvYl9pZCJ9fQ==--573517132f9a678aedb65ac31c862b8150629e07\/BRAS2514946A\"><\/audio><\/p>\n<p>Apesar de <strong>responder por 76,8% dos estabelecimentos agropecu\u00e1rios do pa\u00eds, o equivalente a quase 3,9 milh\u00f5es de propriedades<\/strong>, a <strong>agricultura familiar representa apenas 23% do Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) nacional<\/strong>. Os dados fazem parte de um <a href=\"http:\/\/agro.fgv.br\/noticia\/agricultura-familiar-brasileira-segundo-o-censo-de-2017\">estudo <\/a>do <a href=\"http:\/\/agro.fgv.br\/sobre\">Centro de Agroneg\u00f3cio da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas <\/a>(FGV Agro), elaborado com base no <a href=\"http:\/\/censoagro2017.ibge.gov.br\/\">Censo Agropecu\u00e1rio de 2017<\/a>. O levantamento revela que, embora essencial, o segmento ainda \u00e9 marcado por fortes desigualdades e grande diversidade interna.<\/p>\n<p>Intitulado \u201cCaracteriza\u00e7\u00e3o do Perfil dos Estabelecimentos Enquadr\u00e1veis no Pronaf e no Pronamp\u201d, o <strong>estudo tra\u00e7a um panorama detalhado da agricultura familiar brasileira<\/strong>, identificando diferentes perfis produtivos. Segundo o documento, o <strong>setor \u00e9 composto tanto por pequenos produtores<\/strong> voltados \u00e0 subsist\u00eancia quanto por <strong>grupos mais estruturados e integrados \u00e0s cadeias produtivas nacionais<\/strong>.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise tamb\u00e9m traz que os <strong>dados do Censo Agropecu\u00e1rio de 2017 ajudam a dimensionar o peso real da agricultura familiar na economia<\/strong> e apontam <strong>caminhos para o aprimoramento das pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong> voltadas ao setor.<\/p>\n<h2>Diagn\u00f3stico da agricultura familiar no pa\u00eds<\/h2>\n<p>Pelo levantamento, <strong>83,3% da produ\u00e7\u00e3o da agricultura familiar est\u00e1 concentrada em dois grupos minorit\u00e1rios enquadrados como Pronaf V e Pronamp Familiar <\/strong>\u2013 o que representa aproximadamente 1,16 milh\u00e3o de propriedades.<\/p>\n<p>A pesquisa destaca um contraponto \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de que a agricultura familiar seria respons\u00e1vel por 70% dos alimentos consumidos no pa\u00eds. O pesquisador do FGV Agro, Felippe Serigati, explica que o dado percentual n\u00e3o tem respaldo em estudos.<\/p>\n<p>&#8220;De onde que veio esse n\u00famero? Minha percep\u00e7\u00e3o: como esse n\u00famero era coerente com a narrativa favor\u00e1vel a determinados grupos, o pessoal simplesmente fez o esfor\u00e7o de repercuti-lo, mas n\u00e3o de avali\u00e1-lo. E, insisto, n\u00e3o faltavam evid\u00eancias, trabalhos com rigor um pouco mais cient\u00edfico de que demonstravam que esse n\u00famero n\u00e3o parava de p\u00e9. Ent\u00e3o, por que a origem dessa diferen\u00e7a? Bom, porque um n\u00famero que foi efetivamente calculado a partir de n\u00fameros oficiais, o outro porque foi meramente um acordo pol\u00edtico, tal qual dito pelo pr\u00f3prio ex-ministro do Combate \u00e0 Fome do primeiro mandato do Lula&#8221;, afirma Serigati.<\/p>\n<p>No entanto o levantamento\u00a0pontua a\u00a0<strong>relev\u00e2ncia do segmento\u00a0em cadeias estrat\u00e9gicas como mandioca, leite, fumo e horticultura.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Confira cadeias de destaque da agricultura familiar:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Fumo: 93,7% do VPB nacional;<\/li>\n<li>Mandioca: 80%;<\/li>\n<li>Leite: 62,8%;<\/li>\n<li>Horticultura: 62,2%;<\/li>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7a\u00ed: 79%;<\/li>\n<li>Morango: 79%;<\/li>\n<li>Uva: 75,8%;<\/li>\n<li>Abacaxi: 68,7%;<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para\u00a0Serigati,\u00a0corrigir o que se costuma afirmar sobre o peso da agricultura familiar, que \u00e9 menor do que se imagina, a partir do estudo do FGV Agro,\u00a0ajuda a valorizar o segmento de forma mais justa e realista.<\/p>\n<p>&#8220;A agricultura familiar\u00a0n\u00e3o precisa de mentiras para mostrar a sua import\u00e2ncia. A validade desse n\u00famero n\u00e3o se deu pela sua qualidade, vamos dizer, de ci\u00eancia cient\u00edfica. O m\u00e9rito desse n\u00famero foi porque ele encontrou\u00a0converg\u00eancia com a narrativa de\u00a0determinados grupos. S\u00f3 que isso \u00e9 ruim para a pr\u00f3pria\u00a0agricultura familiar.\u00a0Voc\u00ea tem que ter pol\u00edticas. N\u00e3o sei como \u00e9 que uma pol\u00edtica pode ser boa se ela for desconectada da realidade do seu p\u00fablico-alvo&#8221;, salienta\u00a0Serigati.<\/p>\n<p>O coordenador de mercados da consultoria Safras &amp; Mercado, Fernando Iglesias, destaca a<strong> import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico realista do setor promovido pelo estudo<\/strong>. Na avalia\u00e7\u00e3o dele, esclarecimentos desse tipo s\u00e3o fundamentais para que o segmento receba as devidas pol\u00edticas p\u00fablicas e tenha suporte para produtividade.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito importante que a gente tenha um diagn\u00f3stico claro sobre a agricultura familiar, justamente para oferecer linhas de cr\u00e9dito e subs\u00eddios que ajudem esse tipo de produtor rural a conquistar n\u00edveis de produtividade mais altos, para que ele tenha uma condi\u00e7\u00e3o, uma capacidade de operar dentro do mercado, gerando n\u00fameros maiores, maiores produtividades e o que vai gerar renda, mas isso vai depender justamente do investimento governamental em linhas de cr\u00e9dito\u201d, menciona.<\/p>\n<p>Iglesias diz que, al\u00e9m dos investimentos p\u00fablicos, tamb\u00e9m h\u00e1 necessidade de cursos de capacita\u00e7\u00e3o, com oferta de t\u00e9cnicas modernas de produ\u00e7\u00e3o. \u201cEnt\u00e3o, \u00e9 muito importante que o pequeno produtor, que a agricultura familiar, tenha um respaldo dos governos na esfera municipal, estadual e federal.\u201d<\/p>\n<p>Conforme os dados do FGV Agro, produtos como arroz, milho, feij\u00e3o, ovos e carne s\u00e3o produzidos com maior predomin\u00e2ncia por <strong>estabelecimentos n\u00e3o familiares <\/strong>\u2013 representando<strong> 23% dos estabelecimentos e com dom\u00ednio de 77% do VBP nacional.\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2>Pol\u00edticas p\u00fablicas<\/h2>\n<p>Para os pesquisadores do estudo<strong>, reconhecer a diversidade de perfis do segmento \u00e9 essencial para formular pol\u00edticas p\u00fablicas diferenciadas<\/strong>, que atendam \u00e0s realidades distintas do campo brasileiro \u2014 do agricultor de subsist\u00eancia \u00e0s unidades integradas ao mercado.<\/p>\n<p>\u201cPara o 1,3 milh\u00e3o de estabelecimentos cujos produtores t\u00eam renda de at\u00e9 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo, as pol\u00edticas p\u00fablicas devem focar no bem-estar social, na infraestrutura rural e na cria\u00e7\u00e3o de empregos n\u00e3o agr\u00edcolas\u201d, diz a FGV em artigo.<\/p>\n<p>O pesquisador do FGV Agro, Felippe\u00a0Serigati, frisa que a agricultura familiar no pa\u00eds \u00e9 diversa e as pol\u00edticas p\u00fablicas devem considerar a multiplicidade de perfis para, assim, garantir os isumos adequados aos produtores rurais.<\/p>\n<p>&#8220;Para o desenho das pol\u00edticas voltadas para a agricultura familiar, essa pergunta \u00e9 fundamental: Qual \u00e9 a agricultura familiar que n\u00f3s estamos virando com essa pol\u00edtica? A agricultura familiar definitivamente n\u00e3o \u00e9 uma unidade homog\u00eanea. Ent\u00e3o, dependendo do objetivo que voc\u00ea tiver, eu quero ver esse grupo aqui conseguindo produzir, com uma renda mais est\u00e1vel. Ent\u00e3o, objetivos distintos, naturalmente, n\u00e3o ser\u00e1 a mesma pol\u00edtica, o mesmo desenho de pol\u00edtica p\u00fablica que voc\u00ea vai aplicar&#8221;, afirma\u00a0Serigati.<\/p>\n<p>Inclusive, o estudo aponta que os <strong>produtores mais produtivos (Pronaf V e Pronamp) precisam de cr\u00e9dito e assist\u00eancia t\u00e9cnica<\/strong>.<\/p>\n<p>Iglesias refor\u00e7a que, com linhas de cr\u00e9dito compat\u00edveis \u00e0s necessidades da agricultura familiar \u201cprestando aten\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de endividamento dos produtores Brasil afora, o resultado que a gente teria seria muito maior, seria muito melhor para o setor\u201d.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m mostra que \u00e9 necess\u00e1rio revisar os crit\u00e9rios de enquadramento, com vistas a incluir agricultores que complementam sua renda com outras atividades, mas que ainda enfrentam limita\u00e7\u00f5es relevantes para seu desenvolvimento pleno.<\/p>\n<h2>Perfis produtivos<\/h2>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o identificou quatro perfis produtivos que t\u00eam varia\u00e7\u00e3o em renda e inser\u00e7\u00e3o no mercado, sendo Pronaf B, Pronaf V, Pronamp Familiar e familiar demais \u2013 este \u00faltimo n\u00e3o se enquadra nos crit\u00e9rios do Pronaf, nem nos do Pronamp e tem renda bruta acima de <strong>R$ 2 milh\u00f5es por ano.<\/strong><\/p>\n<p><strong>PRONAF B<\/strong><\/p>\n<p>O perfil<strong> PRONAF B tem renda bruta anual de at\u00e9 R$ 20 mil e representa 53,9% dos estabelecimentos da agricultura familiar, conforme o FGV Agro.<\/strong> O percentual corresponde a<strong> 2,73 milh\u00f5es de empreendimentos.<\/strong> Em contrapartida, responde por apenas 2,8% do VBP da agricultura familiar \u2013 <strong>o que representa um VBP de R$ 4.762 por unidade, a valores de 2017.<\/strong><\/p>\n<p>Pelo estudo, a agricultura \u00e9 uma estrat\u00e9gia de sobreviv\u00eancia para esses agricultores. Al\u00e9m disso, a renda \u00e9 diversificada, com pens\u00f5es e aposentadorias que representam at\u00e9 55,7% de sua renda total. A concentra\u00e7\u00e3o desse segmento est\u00e1, principalmente, nas regi\u00f5es Nordeste (60,0%) e Sudeste (14,7%).\u00a0<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades produtivas, 18,3% do VBP do Pronaf B \u00e9 proveniente da cria\u00e7\u00e3o de bovinos (exceto leite), 16,5% da produ\u00e7\u00e3o de leite e 12,2% da mandioca.<\/p>\n<p><strong>PRONAF V<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com an\u00e1lise do estudo, os produtores do perfil<strong> PRONAF V <\/strong>s\u00e3o considerados os motores da agricultura familiar. <strong>O grupo tem renda entre R$ 20 mil e R$ 360 mil anuais.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O perfil possui o menor n\u00famero, com<strong> 1,14 milh\u00e3o de estabelecimentos<\/strong> \u2013 sendo 35% distribu\u00eddos na regi\u00e3o Sul e 24,7%, na regi\u00e3o Sudeste. Eles integram 16% de todo o VBP da agricultura familiar. As cadeias produtivas de destaque s\u00e3o horticultura, leite e frutas tropicais.<\/p>\n<p><strong>PRONAMP Familiar<\/strong><\/p>\n<p>O PRONAMP familiar \u00e9 formado por produtores com renda bruta anual entre <strong>R$ 360 mil e R$ 2 milh\u00f5es<\/strong> \u2013\u00a0\u00a0que conecta a agricultura familiar aos produtores m\u00e9dios.\u00a0<\/p>\n<p>Esses agricultores representam apenas 0,5% dos estabelecimentos familiares (24,86 mil, distribu\u00eddos na Regi\u00e3o Sul \u2013 52,7% \u2013 e na Regi\u00e3o Sudeste \u2013 24,8%). Apesar disso, s\u00e3o respons\u00e1veis por 3,2% de todo o VBP da agropecu\u00e1ria do pa\u00eds, ou 13,8% do VBP da agricultura familiar.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, os produtores com esse perfil disp\u00f5em de alta capacidade produtiva e maior integra\u00e7\u00e3o aos mercados. As principais cadeias produtivas s\u00e3o: leite (17,8% do VBP do perfil), aves (13,1%), bovinos (exceto leite \u2013 11,0%) e su\u00ednos (10,0%).<\/p>\n<h2>Familiar demais<\/h2>\n<p>Al\u00e9m dos outros tr\u00eas perfis, o estudo distingue que cerca de 870 estabelecimentos familiares que n\u00e3o se enquadram nos crit\u00e9rios do Pronaf, nem nos do Pronamp, com<strong> renda bruta acima de R$ 2 milh\u00f5es por ano. <\/strong>No total, o grupo corresponde a 1% do VBP da agropecu\u00e1ria nacional.\u00a0<\/p>\n<p>Nesse caso, 42,9% dos empreendimentos est\u00e3o localizados no Sul; 26,2%, no Sudeste; e 13,0%, no Centro-Oeste.<\/p>\n<p>Os agricultores desse perfil possuem alta renda e forte capitaliza\u00e7\u00e3o \u2013 com cultivos altamente produtivos, com um maior acesso a tecnologias e mercados estruturados.\u00a0<\/p>\n<p>As cadeias produtivas mais representativas desse perfil s\u00e3o: aves (26,7% do VBP), su\u00ednos (13,8%) e ovos de galinha (11%).<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/api\/v1\/serve_pixel\/22162\/85255\" alt=\"Pixel Brasil 61\" class=\"b61_pixel\" width=\"0\" height=\"0\"><\/p>\n<input type=\"hidden\" id=\"baseurl\" value=\"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\"><input type=\"hidden\" id=\"audio_nonce\" value=\"7473764a4e\">","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da FGV Agro revela desigualdades dentro do setor e aponta necessidade de cr\u00e9dito, capacita\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas para impulsionar os pequenos produtores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1615,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-1614","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1614","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1614"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1614\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1615"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1614"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1614"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/minasemfoco.com.br\/on\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1614"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}