Os corpos de Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, e Bruno Máximo da Silva, também de 28, encontrados mortos após sete dias desaparecidos em Santa Catarina, foram sepultados nesta segunda-feira (5) em Guaxupé (MG).
Segundo a funerária responsável pelo translado, a equipe seguiu para Santa Catarina na tarde de domingo (4) para buscar os corpos. Ainda de acordo com a empresa, não houve velório em razão do estado em que as vítimas foram encontradas. Os sepultamentos ocorreram às 10h, no Cemitério Central da cidade.
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Já os corpos de Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19, devem ser levados para Guaranésia (MG) por uma funerária de Mococa (SP). Conforme a empresa, a princípio haverá velório, previsto para as 7h desta terça-feira (6), possivelmente com os caixões lacrados — informação que só será confirmada após a chegada dos corpos à funerária. O sepultamento está marcado para as 9h, no Cemitério Municipal.
Corpos foram encontrados amarrados
A Polícia Científica confirmou, na manhã de domingo (4), que os quatro corpos encontrados amarrados às margens de uma estrada em Biguaçu (SC) são dos jovens naturais de Minas Gerais que estavam desaparecidos no estado. As vítimas foram localizadas na manhã de sábado (3) e passaram por exames periciais.
As causas das mortes não foram divulgadas. Até a tarde de domingo, dois corpos já haviam sido liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis; os outros dois aguardavam a chegada das funerárias.
Após a localização das vítimas, a mãe de Pedro afirmou à imprensa que os corpos eram dos jovens desaparecidos. Sílvia Aparecida do Prado relatou que o reconhecimento foi feito por familiares de Guilherme e ocorreu por meio de tatuagens.
Os quatro eram amigos, moravam juntos em São José (SC) e haviam se mudado em busca de melhores condições de vida. Guilherme, por exemplo, estava na região havia cerca de 20 dias e tinha um emprego garantido para começar nesta segunda-feira (5).
